Entrevista: representante brasileiro vê parceria ganha-ganha com a China no setor de proteína animal

 

Entrevista: representante brasileiro vê parceria ganha-ganha com a China no setor de proteína animal

2022-03-04 11:09:21丨portuguese.xinhuanet.com







Uma trabalhadora limpa o vidro de uma geladeira em um supermercado de Brasília, Brasil, em 9 de outubro de 2021. (Lucio Tavora/Xinhua)

São Paulo, 3 mar (Xinhua) -- A parceria entre a China e o Brasil é de longo prazo e vantajosa para todos, disse um representante empresarial brasileiro no setor de proteína animal.

"O Brasil fornece à China carnes boas e seguras para complementar a oferta doméstica chinesa de forma sustentável, e é uma cooperação ganha-ganha", disse Ricardo João Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em entrevista recente concedida à Xinhua.

A China é um dos mercados mais importantes para as carnes de aves e suínos do Brasil.

Há 13 anos no setor, Santin acredita que a cooperação "forte e complementar" entre os dois países no setor de alimentos estabeleceu uma parceria confiável e sustentável.

Como o maior exportador de produtos agrícolas do mundo, o agronegócio do Brasil passou por um ano de 2021 difícil devido à alta dos preços da soja e do milho e aos obstáculos logísticos induzidos pela pandemia. O setor de aves e suínos não foi exceção.

Os membros da ABPA investiram mais de 1 bilhão de reais (aproximadamente US$ 190 milhões) para garantir a segurança e higiene de suas carnes e ovos desde o início da pandemia.

Com cerca de 140 integrantes de toda a cadeia produtiva do agronegócio de aves, suínos e ovos, a ABPA tem como objetivo promover boas práticas de comércio internacional no setor de avicultura e suinocultura e reforçar a segurança alimentar.

"Eu tenho um lema pessoal para o meu trabalho que é 'não deve haver fronteira para comida'", disse Santin.

A ABPA designou seu primeiro representante na China há três anos, com o objetivo de "atender a demanda do mercado chinês e entendê-lo melhor".

Atualmente, possui quatro escritórios em todo o mundo, incluindo dois no Brasil, um em Beijing e um em Bruxelas.

"Estamos ansiosos para mostrar à China mais marcas brasileiras", disse Santin.

Pessoas escolhem carnes expostas em um freezer de um supermercado em Brasília, Brasil, em 9 de outubro de 2021. (Lucio Tavora/Xinhua)



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